Eu quero duas rimas para liberdade. Nem cidade nem saudade, nem faculdade nem eternidade. Eu quero duas rimas para liberdade para escrever um poema que fale da fome de um operário, que fale da angústia de um camponês. Achei as duas rimas para liberdade! Luta e União.
Amigos! Sejamos todos poetas! Utilizemos as rimas! E escrevamos todos juntos. de uma vez, o poema da liberdade que acabe com a fome de um operário, que acabe com a angústia de um camponês.
TOMÁS, AWERE Um velho Índio, do coração de um Brasil em disputa, saudou um espírito que protege seu povo, sua terra Ele não fez pedidos apenas reverenciou a luz que passarinhava naquela noite A noite é escura, mas dela se vê o clarão de um novo dia O Índio não tem sossego Seus territórios estão ameaçados Ele sabe que as forças da morte querem sua essência, o chão do seu povo Mas sabe que uma vida, unida a outras tantas, enfrentou perigos nas tensas noites pela vida dos povos da terra E mesmo que o corpo se vá, uma vida assim não cessa Continua assoprando pistas ajuntando irmãs e irmãos ensinando a lida pela libertação da gente Tomás, Awere.
Outra vez a esperança vem
como se fosse um vento leve na cara
e mais um dia que representa meu começo
e um projeto que não sei bem o que
e como está ou será
Não digo que tudo deu errado, mas
nem exito em dizer que de certo
só a vontade de acertar