quinta-feira, 31 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
O Dia (1) - ou: Passos rápidos.
Entre a cama e o portão são muitas voltas. Meus passos embriagados de sono se multiplicam até cumprir o ritual matinal e, chaves depois, estou na calçada de casa, de all star, calça jeans, camiseta e óculos. Ando rápido, mesmo se não estou atrasado, é um hábito que carrego comigo desde sempre. Penso rápido também, e as músicas (inumeras) se misturam com as caras e carros das ruas.
Minha busca incessante, todo dia, é pela sombra, sim, porque em Goiânia o Sol assola desde manhãzinha, e eu corro dele.
Chegando na esquina da avenida, vou para o canteiro central, cheio de arvores, grandes, de sombra confortante, que só somem nos cruzamentos, onde os semáforos didáticos controlam os pilotos do cotidiano.
Travo uma disputa interna, conseguir chegar ao trabalho sem ter que parar nos semáforos, contando com a sorte deles estarem fechados aos carros, e com a técnica desenvolvida de controlar os passos até que seja a hora certa de chegar a faixa de pedestre.
Depois de me aproximar da Catedral e atravessar a ultima faixa, cumprindo o trecho mais difícil, me alivio com a glória da vitória, e caminho tranquilamente pela praça, cortando-a rumo a rua posterior, onde chego ao destino, o Edifício Dom Abel.
Minha busca incessante, todo dia, é pela sombra, sim, porque em Goiânia o Sol assola desde manhãzinha, e eu corro dele.
Chegando na esquina da avenida, vou para o canteiro central, cheio de arvores, grandes, de sombra confortante, que só somem nos cruzamentos, onde os semáforos didáticos controlam os pilotos do cotidiano.
Travo uma disputa interna, conseguir chegar ao trabalho sem ter que parar nos semáforos, contando com a sorte deles estarem fechados aos carros, e com a técnica desenvolvida de controlar os passos até que seja a hora certa de chegar a faixa de pedestre.
Depois de me aproximar da Catedral e atravessar a ultima faixa, cumprindo o trecho mais difícil, me alivio com a glória da vitória, e caminho tranquilamente pela praça, cortando-a rumo a rua posterior, onde chego ao destino, o Edifício Dom Abel.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Meus discos e livros
Raul Seixas, Pedro Casaldáliga
Fagner, Drummond
Legião, Jorge Amado
Pitty, Garcia Marques
Beatles, Saramago
Paralamas, Marx
Victor Jara, Machado de Assis
Elvis, Érico Veríssimo
Titãs, José de Alencar
Dylan, Clarice
Chico, Zola
Cartola, Rosa
Los Hermanos, Lênin
Barão Vermalho, Fernando Pessoa
Arnaldo, Boff
Engenheiros, Galeano
Elis, Ferreira Goulart
Skank, Darcy
Zé Geraldo, Paulo Freire
Nirvana, Castro Alves
Ira, Lima Barreto
Janis, Graciliano
Led Zeppelin, Leminski
..., ...
Tem mais, mas é o que me ataca (fere e salva) nesse(s) momento(s) da vida.
Neto (cantor e leitor)
Fagner, Drummond
Legião, Jorge Amado
Pitty, Garcia Marques
Beatles, Saramago
Paralamas, Marx
Victor Jara, Machado de Assis
Elvis, Érico Veríssimo
Titãs, José de Alencar
Dylan, Clarice
Chico, Zola
Cartola, Rosa
Los Hermanos, Lênin
Barão Vermalho, Fernando Pessoa
Arnaldo, Boff
Engenheiros, Galeano
Elis, Ferreira Goulart
Skank, Darcy
Zé Geraldo, Paulo Freire
Nirvana, Castro Alves
Ira, Lima Barreto
Janis, Graciliano
Led Zeppelin, Leminski
..., ...
Tem mais, mas é o que me ataca (fere e salva) nesse(s) momento(s) da vida.
Neto (cantor e leitor)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Quando os passos largos não são suficientes...
"Só eu sei
Nos mares por onde andei
Devagar
Dedicou-se mais
O acaso a se esconder
E agora o amanhã, cadê?"
Dois Barcos - Los Hermanos
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Chão de Utopias
'Eu caminho por lugares, demais, com jeito de quem procura o impossível
Com pessoas que afrontam o imposto pela sombra que atenta
Com saberes que se misturam e se ajudam na lida do absurdo
No semear do intangivel e na colheita das conquistas
Andando pelo quintal de flores que não nasceram ainda
Mas que me trazem recordações das cores que animam
As vezes corro tanto, mas sei que o porvir é minha avenida
Eu caminho pelo chão das utopias, minhas, nossas!'
Eu acredito nos meus sonhos, nas minhas vontades, se não fosse assim, sabe-se lá como eu seria. Esses meus sonhos são, sobretudo, construções, que tem como base aquilo em que acredito. O que eu entendo como minhas utopias - de não ser feliz sozinho, de ver e fazer transformaçãoes favoráveis ao povo (de Reforma Agrária pra frente) de saber viver a liberdade, de reverter placares adversos, poder criar coisas interessantes como comunicador - dependem da minha constância, da minha prática como militante, amigo, profissional, e parte de coletivos, onde se faz junto.
Tratei, desde muito tempo, de abandonar a ideia (sem agudo por causa do acordo ortográfico) de que utopia é aquilo que está muito loge, tão longe que se torna impossível. Não! A coisa está no chão, o ao alcance dos pés, junto do concreto, da terra, é vida, portanto é real.
Meu caminho é por um chão de utopias.
José Gomes Neto (canhoto).
Com pessoas que afrontam o imposto pela sombra que atenta
Com saberes que se misturam e se ajudam na lida do absurdo
No semear do intangivel e na colheita das conquistas
Andando pelo quintal de flores que não nasceram ainda
Mas que me trazem recordações das cores que animam
As vezes corro tanto, mas sei que o porvir é minha avenida
Eu caminho pelo chão das utopias, minhas, nossas!'
Neto
Eu acredito nos meus sonhos, nas minhas vontades, se não fosse assim, sabe-se lá como eu seria. Esses meus sonhos são, sobretudo, construções, que tem como base aquilo em que acredito. O que eu entendo como minhas utopias - de não ser feliz sozinho, de ver e fazer transformaçãoes favoráveis ao povo (de Reforma Agrária pra frente) de saber viver a liberdade, de reverter placares adversos, poder criar coisas interessantes como comunicador - dependem da minha constância, da minha prática como militante, amigo, profissional, e parte de coletivos, onde se faz junto.
Tratei, desde muito tempo, de abandonar a ideia (sem agudo por causa do acordo ortográfico) de que utopia é aquilo que está muito loge, tão longe que se torna impossível. Não! A coisa está no chão, o ao alcance dos pés, junto do concreto, da terra, é vida, portanto é real.
Meu caminho é por um chão de utopias.
José Gomes Neto (canhoto).
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Primeiro Post (ou 'E depois do começo o que viver vai começar a ser o fim')
Sempre quis ter um blog, quando a onda era criar blogs eu até fiz um, que não vingou, porque era moda. Agora a onda é Facebook e Twitter, que iclusive eu tenho e gosto, mas a vontade de ter blog ainda me persegue, ou perseguia até a criação deste.
Amigos meus tem blog, e eu sempre leio o que eles escrevem e várias vezes deixo comentários, leio muitos outros também, sobre política, futebol, religião, música (ah, a música), etc. Acho interessante viajar naquilo que os outros dizem, poder me envolver com o que está ali, compreender - ou não - os pensamentos daqueles que escrevem. Os blogs são espaços grandes, coisa rara nos sites da moda, e eu me sinto atraído or isso.
Não devo escrever aqui artigos gigantes, não. O Neto Público é pra eu dizer coisas diversas, minhas, nossas. Vão aparecer aqui as pessoas que eu gosto, o Vasco, meus pensamentos, a Comuna, os Movimentos Sociais, a CPT, meu coração, minha cabeça, meus olhos...
É público, pode ver.
José Gomes Neto (1,85m)
Amigos meus tem blog, e eu sempre leio o que eles escrevem e várias vezes deixo comentários, leio muitos outros também, sobre política, futebol, religião, música (ah, a música), etc. Acho interessante viajar naquilo que os outros dizem, poder me envolver com o que está ali, compreender - ou não - os pensamentos daqueles que escrevem. Os blogs são espaços grandes, coisa rara nos sites da moda, e eu me sinto atraído or isso.
Não devo escrever aqui artigos gigantes, não. O Neto Público é pra eu dizer coisas diversas, minhas, nossas. Vão aparecer aqui as pessoas que eu gosto, o Vasco, meus pensamentos, a Comuna, os Movimentos Sociais, a CPT, meu coração, minha cabeça, meus olhos...
É público, pode ver.
José Gomes Neto (1,85m)
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