sexta-feira, 13 de novembro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
domingo, 27 de setembro de 2015
Amanhecer em cada um
Vamos cantar um novo começo
Onde caminhar é a vários pés
Onde as depressões individuais
Sucumbam diante do amor
Não é possível viver neste apartheid
Da oportunidades de viver bem
Só a justiça plena poderá salvar
Esta nossa espécie tão frágil e arrogante
O monólito da estrutura convencional
Que o mundo aprendeu chamar civilização
Se destrói numa autofagia onde quem sofre
Primeiro são os mais pobres
É preciso amanhecer em cada um
O sentimento coletivo do bem viver
E assim a esperança será a realidade
E sonhar será fazer, será ser.
Neto, 150.
Onde caminhar é a vários pés
Onde as depressões individuais
Sucumbam diante do amor
Não é possível viver neste apartheid
Da oportunidades de viver bem
Só a justiça plena poderá salvar
Esta nossa espécie tão frágil e arrogante
O monólito da estrutura convencional
Que o mundo aprendeu chamar civilização
Se destrói numa autofagia onde quem sofre
Primeiro são os mais pobres
É preciso amanhecer em cada um
O sentimento coletivo do bem viver
E assim a esperança será a realidade
E sonhar será fazer, será ser.
Neto, 150.
domingo, 13 de setembro de 2015
Pra não dizer que não falei...
Caminhando, cantando e seguindo...
Canção de uma vida, de muitas vidas que se entrelaçaram, sofreram, resistiram e duraram
Mas as marcas são muitas, e duras.
As reações, as mudanças, as loucuras... Isso, como diz um amigo, é exercer a humanidade.
Não é a perfeição idealizada, muito menos a racionalidade cobrada
A obra está aí, nas escolas, nas ruas, campos e construções.
E como diz aquela outra canção (preferida de meu pai) ' Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar E a morte, o destino, tudo, a morte e o destino, tudo Estava fora de lugar, eu vivo prá consertar '
Vandré 80 anos
Canção de uma vida, de muitas vidas que se entrelaçaram, sofreram, resistiram e duraram
Mas as marcas são muitas, e duras.
As reações, as mudanças, as loucuras... Isso, como diz um amigo, é exercer a humanidade.
Não é a perfeição idealizada, muito menos a racionalidade cobrada
A obra está aí, nas escolas, nas ruas, campos e construções.
E como diz aquela outra canção (preferida de meu pai) ' Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar E a morte, o destino, tudo, a morte e o destino, tudo Estava fora de lugar, eu vivo prá consertar '
Vandré 80 anos
Pra não dizer que não falei das flores, meu hino nacional
Disparada - a música preferida do meu pai. (aproveito para homenagear o saudoso Jair Rodrigues)
segunda-feira, 20 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Transgredir
Atravessar a cerca que limita
Libertar
Ultrapassar os parâmetros que amedrontam
E viver
Nada é mais corajosamente necessário
Que transgredir
.
domingo, 21 de junho de 2015
Coisas da Vida
"Depois que eu envelhecer, ninguém precisa mais de dizer como é estranho ser humano nessas horas de partida"
Assinar:
Postagens (Atom)



